FLORESTA

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História

No Séc. XVIII a ação de posse de terras da "Casa da Torre", no Sertão Pernambucano, proporcionou a fundação de novas povoações. Nas Fazendas Curralinho, Paus Pretos e principalmente Fazenda Grande - esta última sendo a Célula Mater - começaram a se formar agrupamentos de pessoas que deram início à povoação de Floresta.

Em virtude da expansão do criatório de gado, na margem direita do Rio Pajeú, e com a construção de uma capela na sede de Fazenda Grande, a população começou a se desenvolver. Com a construção de casas nas imediações, formou-se uma sociedade organizada, com características particulares.

Os proprietários de Fazenda Grande, Cap. José Pereira Maciel e sua esposa, D. Joana de Souza da Silveira, doaram parte de suas terras ao Bom Jesus dos Aflitos, efetuando registro em Cartório de Notas, situado na Faz. Riacho do Navio, no dia 02 de março de 1778.

A Freguesia de Fazenda Grande foi criada pelo Bispo - Governador Dom José Joaquim da Cunha Azeredo Coutinho, atendendo a pedidos dos habitantes da localidade, em 1801, confirmada por Alvará Régio de 11 de setembro de 1802. Isso incentivou o desenvolvimento econômico do local, que foi elevado à categoria de vila em 31 de março de 1846, com a denominação de Vila de Floresta.

No dia 20 de junho de 1907 a vila foi elevada à categoria de cidade, tendo como prefeito o Coronel Manoel Alves de Carvalho.

Administrativamente, o município é formado pelo distrito sede e pelos povoados de Nazaré do Pico, Barra do Silva, Carqueja e Jericó.

Anualmente, no dia 30 de abril Floresta comemora a sua emancipação política. O padroeiro da cidade é Bom Jesus dos Aflitos.

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